INFORMATION
A Casa
"TRABALHAMOS
PARA QUE OS NOSSOS
CLIENTES SEJAM
CLIENTES ANTIGOS" Emília O. Vieira
Salvaguardamos e valorizamos os patrimónios financeiros dos nossos Clientes.
Fazemo-lo de forma compreensível e confiável.
Integridade
Atuamos como guardiões
do património e dos interesses
dos nossos Clientes.
Procuramos contribuir para uma maior segurança financeira dos nossos Clientes,
para que façam investimentos esclarecidos, conscientes e que produzam retornos sólidos com risco limitado.
Temos consciência do impacto que o nosso trabalho pode ter no dia-a-dia das pessoas a quem servimos.
A tranquilidade com que podem encarar o futuro e concretizar os seus projectos (a educação superior
para os filhos, uma reforma mais tranquila ou, simplesmente, a preservação do património para as gerações vindouras)
motiva-nos para investir de forma responsável, transparente e segura.

O nosso objectivo é proteger o seu poder de compra no longo prazo e compensar no futuro a gratificação adiada do presente.
Transparência
Dependemos da confiança
dos Clientes para atingir
os nossos objectivos.
Investimos em ativos que produzem rendimentos, que cotam em mercados desenvolvidos e com grande liquidez.
Os títulos estão à guarda de Bancos sólidos e as suas cotações diárias são observáveis em qualquer praça financeira mundial.
O preço destes ativos é o mesmo em Nova York, em Tóquio, em Londres, Lisboa ou Braga.
Investimos apenas no que somos capazes de entender e onde vemos grande probabilidade de materializar boas rentabilidades no futuro.

Gerimos em nome dos nossos Clientes e para seu benefício.

Equipa
"Trabalhamos para
que os nossos Clientes
sejam Clientes antigos"
Com uma história, embora breve, de competência e honestidade, estamos motivados para criar riqueza
e merecer o respeito e a admiração dos nossos Clientes.

Na Casa de Investimentos, cultivamos a aprendizagem contínua, o rigor e a integridade.

Equipa
Emília O. Vieira
Presidente do Conselho de Administração e co-fundadora da Casa de Investimentos. Desde 1995, lecciona e faz consultoria na área da engenharia financeira quantitativa tendo trabalhado com instituições financeiras de topo em Lisboa, Porto, Londres, Paris, Zurique, Madrid, Frankfurt, Istambul, Budapeste, Nova Iorque e Tóquio. A sua especialidade na modelização avançada da curva de rendimentos, análise de risco de crédito e Value-at-Risk (VaR), envolve a colaboração com traders (front desk), gestores de risco (middle-office), directores de finanças empresariais, estruturadores de produtos financeiros e auditores. Tem estado envolvida na implementação de sistemas avançados de gestão e carteiras de investimento, gestão de risco de mercado de carteiras de derivados, VaR e sistemas de modelização de risco de crédito. Durante três anos, colaborou com o Departamento de Finanças Empresariais da União de Bancos Suíços (UBS) na avaliação de empresas e na preparação de OPV's em Londres, Zurique e Nova Iorque. Emília é Licenciada em Gestão de Empresas pela Universidade do Minho e Mestre em Finanças pela Universidade de Lencaster, Reino Unido. Foi quadro do Banco Português do Atlântico de 1989 a 1995. Dirigiu, coordenou e leccionou programas técnicos de formação financeira para instituições financeiras portuguesas no Instituto Mercado de Capitais (IMC) da Bolsa de Derivados do Porto de 1995 a 1997. Ingressou (1997) no corpo docente da Universidade Católica Portuguesa no Porto, onde teve um papel preponderante na criação do mestrado em Finanças. Foi directora do referido Mestrado onde leccionou a cadeira de Métodos Analíticos em Finanças. O seu trabalho, na modelização estocástica de taxas de juros e a sua implementação em grandes bancos de Londres, é altamente considerado. Desde 1998 a principal área de interesse de investigação é Modelização de Risco de Crédito e Probabilidade de Solvência.
Equipa
Hugo Roque
Hugo é responsável pelo departamento de Gestão de Activos e co-fundador da Casa de Investimentos, transitando da anterior estrutura Fincor. Baseia as suas análises e modelos de avaliação no método de investimento em valor, procurando detectar e concentrar nas carteiras dos clientes oportunidades de investimento que estejam a transaccionar a um desconto significativo em relação ao seu valor justo. Possui 7 anos de trabalho no mercado de capitais. Anteriormente desempenhou funções na Finantech, uma empresa de software para intermediários financeiros. É licenciado em Economia pela Faculdade de Economia do Porto e candidato ao nível III do CFA (Chartered Financial Analyst). Lê extensamente em avaliação de negócios, Investimento em Valor, Finanças Comportamentais e História Financeira. Em 2013 foi distinguido pelo site norte-americano Sumzero por análises publicadas num período de 18 meses até Dezembro de 2012. A notícia foi publicada no Wall Street Journal e no jornal Expresso.
Equipa
Pedro Alves
Pedro é administrador e co-fundador da Casa de Investimentos, responsável pelas áreas de Compliance. Desde 2002 a 2010 foi responsável pela direcção da agência Fincor em Braga. Neste período frequentou vários cursos dirigidos para executivos na International Faculty of Research e International Faculty of Finance, em Londres, nas áreas de avaliação de produtos financeiros, produtos estruturados e engenharia financeira e avaliação de produtos de taxa fixa. Entre 1999  a 2002 foi corretor na então LJ. Carregosa- Soc. Financeira de Corretagem. Anteriormente foi director comercial em empresa de exportações na indústria têxtil. Formação académica em Relações Internacionais. Lê extensamente na área de Finanças Comportamentais e Investimento em Valor.
Filosofia
O Investimento em Valor
exige análise profunda,
disciplina férrea
e muita paciência.
Praticamos o Investimento em Valor. Apesar dos seus resultados serem os mais consistentes a médio e longo prazo,
esta filosofia de investimento, popularizada por Warren Buffett, é seguida por muito poucos profissionais.
Exige que os interesses dos Clientes sejam colocados em primeiro lugar.
É simples e, talvez por isso, tão poucos a praticam.

É a melhor abordagem para proteger e valorizar o património a médio e longo prazo
com boas rentabilidades, consistência e com risco baixo.
Investimento em Valor
É fundamental ignorar
a multidão e ter paciência
para que os resultados
se materializem.
Investir em Valor é comprar bons ativos, quando estão baratos, e mantê-los em carteira até que o mercado reconheça
o seu real valor intrínseco. Quando a cotação de mercado é igual ou superior à nossa estimativa de valor,
vendemos. É importante manter os custos de transação baixos.
Comprar barato e vender caro não é fácil: é preciso comprar quando as notícias são más
- só assim é que ficam baratos - e vender quando são boas - só com boas notícias é que os compradores
aumentam em grande número e fazem subir os preços. Fazer o contrário do que toda a gente faz
é difícil e a maioria dos investidores não consegue fazê-lo consistentemente.
Margem de Segurança
Comprar um bom ativo barato
e vender, pelo menos, ao preço justo
é a melhor forma de proteger
o património, financeiro ou outro.
O grande desafio do investimento é conseguir boas rentabilidades com risco limitado. Para o conseguir é fundamental investir com Margem de Segurança.
Quanto maior for esta diferença menor será o risco do investimento
e maior será o retorno que o investidor conseguirá no futuro.
Diversificação
Colocamos os "ovos"
nalguns cestos
e vigiamo-los atentamente.
Procuramos alocar o capital num conjunto de investimentos em diferentes geografias, sectores e classes de activos.
O nosso objectivo é concentrar - diversificando o essencial - os valores que nos são confiados nas melhores oportunidades de investimento.
Investimos num conjunto de negócios excepcionais, que demonstrem ter vantagens competitivas fortes e duráveis (marcas fortes, economias de escala,
negócios de rede, custos de mudança, etc), margens operacionais elevadas, balanços conservadores, políticas consistentes de remuneração aos acionistas
e geridos por gestores capazes e honestos que tenham provas dadas na alocação de capital ao serviço dos accionistas.

O nosso objectivo é colecionar, nas carteiras de investimento, um conjunto de excelentes
negócios com grande capacidade de gerar lucros crescentes no futuro.

Horizonte de Investimento
Comprar barato e ter paciência
para esperar são condições essenciais
para ter sucesso no investimento.
A história demonstra que apenas um horizonte de investimento alargado permite valorizar o património de forma consistente e com boas rentabilidades.
No curto prazo, os mercados financeiros cotam preços muito diferentes dos verdadeiros valores dos negócios das empresas.
Nas bolhas, reina o otimismo e os ativos cotam muito acima do que valem.
Nos crashes, o pessimismo governa os investidores e os ativos caem para preços muito abaixo do que realmente valem.
No longo prazo, no entanto, os mercados reconhecem sempre o verdadeiro valor dos ativos.

Procuramos comprar ativos sólidos que permitam obter rendimentos através de dividendos e que, a prazo, resultem também em ganhos de capital.
Os investimentos nestes ativos exigem muita gratificação adiada e que o investidor ignore o ruído de curto prazo.
Os investidores que alocam o capital a bons ativos a preços que fazem sentido e que aguentam esperar, conseguirão retornos acima da média.

Biblioteca
"Education is the ability
to meet life's situations"
Dr. John G.Hibben, Antigo Presidente da Princeton University
Rentabilidades
10,89%
RENTABILIDADE
ANUALIZADA
80,49%
RENTABILIDADE
ACUMULADA
Desde o início, 15 de Novembro de 2010 até 31 de Julho de 2016.
As rentabilidades são líquidas das comissões de gestão, fixa e variável, custos de transacção e guarda de títulos.
Valorização do investimento
100 mil euros investidos em 15 de novembro de 2010 valem 178.119,99 euros a 31 de maio de 2016.
Esta valorização é fruto do e de nos investimentos realizados.
Rentabilidades Ano a Ano
Casa de InvestimentosMSCI World EURPSI20
Rentabilidade 20163,24%2,41%-8,67%
Rentabilidade 2015-2,66%10,22%13,85%
Rentabilidade 201412,36%19,81%-25,43%
Rentabilidade 201327,34%20,88%19,02%
Rentabilidade 201211,66%12,68%6,68%
Rentabilidade 2010/201112,42%1,78%-25,53%
Rentabilidade Acumulada80,49%87,27%-26,69%
Rentabilidade Anualizada10,89%11,60%-5,29%
Investimos Globalmente
Procuramos valor pelo mundo,
privilegiando os mercados
desenvolvidos.
Acreditamos que, tal como o consumidor compra produtos feitos nos quatro cantos do mundo,
os investidores devem investir nas melhores empresas mundiais quando estão baratas.
Nos investimentos em mercados emergentes exigimos uma Margem de Segurança maior
e limitamos a exposição a uma pequena parte do património.
Videos
Casa de Investimentos na TSF

Finanças Pessoais, Finanças Comportamentais: Emília Vieira at TEDxFCTUNL

Investir para Ganhar - Casa de Investimentos - EconómicoTV

Casa de Investimentos na TSF

ARTIGOS
  • Brexit: guerras cambiais e assalto à poupança
    Expresso, 16 de Julho de 2016

    Theresa May, recém-empossada primeira-ministra, declarou esta semana que o Brexit vai ser um êxito. David Cameron, na saída, disse: "Eu fui o futuro outrora".

    Passadas algumas semanas sobre o resultado do referendo no Reino Unido, os mercados acionistas recuperaram mas o futuro continua incerto. É natural que a volatilidade dos preços dos ativos se mantenha e que se continue a especular sobre os possíveis acordos que venham a ser negociados e o impacto económico desta separação. Mesmo sem especular sobre o processo de separação, há uma série de efeitos que já são percetíveis e vão marcar os próximos tempos. 


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  • O Brexit vai ter as costas largas
    Económico.pt

    Todos sabemos que os políticos, gestores de dinheiro, empresários e gestores de curto prazo procuram vida fácil, e nos últimos dias temos visto que o Brexit vai ter as costas largas e servir de desculpa para tudo.


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  • Brexit - Se tivéssemos um canal de televisão
    Vida Económica, 1 de Julho de 2016

    A reação dos mercados financeiros ao voto britânico foi muito forte. Durante a sessão asiática, a libra caiu mais de 10% face ao dólar cotando mínimos dos últimos 30 anos e a queda face ao yen foi ainda mais acentuada. Os investidores reagem muito mal a surpresas e odeiam a incerteza que o resultado do referendo origina. 

    Os jornalistas e comentadores de televisão falam como se tivessem a roupa interior a arder e conseguem incutir ainda mais ansiedade e vontade de agir nos investidores, profissionais ou não. A surpresa faz com que sintamos mais urgência em agir do que o habitual mas isso é uma ilusão. As questões e opiniões sobre que impacto económico o Brexit terá para os investidores e para o crescimento económico, que consequências políticas emergirão e como afetará a circulação de pessoas e bens são escalpelizadas com todo o tipo de cenários. É muito provável que o que na realidade vai acontecer seja significativamente diferente. Contudo, a especulação tomou conta do discurso e da ação nos mercados financeiros.


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  • A Perda de Valores na Bolsa Nacional
    Forbes Portugal, Maio de 2016

    O PIB português é de 179 mil milhões de euros e o espanhol é de 1077 mil milhões, seis vezes maior que o nosso. A Bolsa portuguesa tem uma capitalização de 53 mil milhões e a espanhola de 898 mil milhões, dezassete vezes maior. A diferença poderia ser uma questão de valorização, as acções portuguesas poderiam estar muito mais baratas que as espanholas, mas não é o caso. Quando se comparam métricas como receitas e lucros, percebe-se que a Bolsa portuguesa representa uma fatia muito menor da economia do que nos mercados desenvolvidos, em particular na Europa e nos EUA. 


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  • As Superestrelas
    Executive Digest, Maio 2016

    As melhores empresas são aquelas que conseguem investir largas quantidades de capital com taxas de retorno elevadas, acima da média do sector e do mercado. São estas que nos interessam. Warren Buffett explica as vantagens competitivas como o instrumento que permite às empresas manterem os concorrentes à margem. Os concorrentes tentarão sempre obter uma parte desses lucros e, na maior parte das vezes, conseguem-no, reduzindo as rentabilidades do negócio. Há, no entanto, empresas que conseguem manter e aumentar as suas vantagens competitivas durante décadas. São as superestrelas, as que produzem sustentadamente uma remuneração acima do seu custo de capital. 


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  • Compre a pessimistas e venda a optimistas
    Forbes, Abril de 2016

    O mundo do investimento está virado do avesso. Hoje, ao emprestar dinheiro a um bom pagador, poderá ter de o fazer a taxas negativas, ou seja, terá de pagar para emprestar o seu dinheiro. As obrigações dos governos suíço, alemão, francês e holandês estão negativas até aos 6 a 8 anos e as obrigações das melhores empresas europeias também têm yields negativas.


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  • Os piores trades do Mundo
    Vida Económica, 24 de Março de 2016

    Na semana passada, foi julgado em Londres o caso dos swaps que envolvem o Banco Santander Totta e as empresas de transportes públicos portuguesas. Matt Levine, da agência noticiosa Bloomberg, escreve mais uma vez sobre o assunto: "Um dos principais objetivos de um banco de investimento é tirar o risco financeiro das mãos dos clientes. Um determinado cliente tem um risco que não o deixa dormir, dirige-se a um banco de investimento e o banco vende-lhe um produto que lhe retira o risco em troca de uma comissão choruda.


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  • Vendia a sua casa se lhe oferecessem menos 30% por ela?
    Vida Económica, 29 de Janeiro de 2016

    Todos os investidores sabem que comprar barato e vender caro é a fórmula segura para ganhar dinheiro. Então, que sentido faz querer vender quando o mercado cai e querer comprar quando sobe? Comprar num mercado a cair é muito difícil, não apenas para o comum dos investidores, mas sobretudo para os gestores de dinheiro. Primeiro, obriga a que se faça o contrário da maioria dos investidores, o que exige saber o que se está a fazer, disciplina para executar e firmeza de carácter para aguentar opiniões contrárias. Segundo, é muito provável que não se acerte nos mínimos das ações que queremos comprar e que, durante algum tempo, tenhamos que ver as nossas posições negativas, por vezes de forma substancial. Explicar aos investidores, que não gostam de ver o seu património financeiro desvalorizar, que esta é a melhor altura para adicionar novas posições agora baratas ou reforçar as já existentes, porque estão mais baratas, é ainda mais difícil.


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  • O Dicionário Financeiro do Diabo
    Vida Económica, 31 de Dezembro de 2015

    Jason Zweig colaborou com a revista Money, a Time e a CNN. É colunista do Wall Street Journal desde 2008, autor de vários livros, e um acérrimo crítico da "indústria financeira". O seu mais recente livro foi publicado no passado mês com o título "The Devil´s Financial Dictionary". Zweig, neste livro satírico, avisa que, se os investidores querem ser parceiros, em vez de alvos, terão que dominar a linguagem que a indústria financeira utiliza para esconder e não revelar informação. Virar as palavras ao contrário e fazê-las significar o oposto não é exclusivo da indústria financeira; esta é a imagem de marca de muitas atividades humanas, personificada pelo Ministério da Verdade no Livro de George Orwell, "1984".


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  • 5 anos depois: 80,47%
    Vida Económica, 27 de Novembro de 2015

    Desde o início da gestão, em 15 de Novembro de 2010 até 31 de outubro passado, conseguimos uma rentabilidade acumulada de 80,47%, com carteiras de investimento crescentes. Esta rentabilidade significa uma valorização de 12,63% ao ano. Poderíamos ter feito melhor, sobretudo no último ano e meio. No entanto, fizemos sempre, com a informação disponível na altura da decisão, o que era melhor para os nossos Clientes. Comprámos quando muitos estavam pessimistas com o mercado acionista, comprámos quando muitos estavam a vender.


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  • Dinheiro de graça
    Vida Económica, 30 de Outubro de 2015

    A Volkswagen receberá capital "grátis" graças à maturidade, no próximo mês, de uma obrigação de 3,7 mil milhões de euros. A estrutura desta obrigação não significa que este valor se vai juntar aos problemas financeiros do construtor automóvel. Os portadores desta obrigação, com maturidade a 9 de novembro, serão pagos em ações da VW e não em dinheiro uma vez que as obrigações são obrigatoriamente convertíveis em capital da empresa. Com as ações esmagadas pelo escândalo das emissões poluentes, os investidores receberão ativos com menos valor do que o preço original das obrigações. 


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  • Seja ganancioso quando muitos têm medo
    Vida Económica, 4 de Setembro de 2015

    As variações entre preços máximos e mínimos observadas dia 24 de agosto são o resultado do trading automático, do uso de instrumentos especulativos e com enorme alavancagem, de milhões de pessoas poderem comprar e vender ativos a partir do seu computador - sem qualquer preparação para o fazer - e da falta de convicção, da maior parte dos gestores profissionais de dinheiro, nas empresas em que investem. 


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  • Máquinas de Criação de Valor
    Vida Económica, 31 de Julho de 2015

    Porque motivo empregam as empresas de genéricos exércitos de advogados na procura de buracos nas leis de patentes? Porque as grandes empresas farmacêuticas como a Pfizer, Novartis ou Merck são imensamente lucrativas e basta um pequeno sucesso no levantamento de uma patente para que se consigam receitas consideráveis. No final dos anos 90, as empresas de capital de risco financiavam qualquer start-up na área das redes de informática porque a Cisco estava a crescer 40% ao ano com margens operacionais de 25%. O capital procura sempre as áreas com maior retorno esperado. Os investidores avaliam as empresas procurando aquelas que aumentaram mais os lucros e, quase sempre, assumem que esta tendência se manterá para o futuro. Muitas vezes, as empresas que parecem fantásticas no espelho retrovisor acabam por ter performances mais fracas no futuro. Se uma empresa está a gerar grandes lucros, atrai a concorrência. A natureza básica de qualquer mercado livre é que, quanto maiores forem os lucros, mais forte será a concorrência.


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  • A Crise Grega e o Impacto para os Investidores
    Vida Económica, 10 de Julho de 2015
    Há anos, li um artigo de Jason Zweig, colunista do Wall Street Journal e autor de vários livros de investimento, onde contava que, numa conferência de jornalistas, lhe pediram para definir o seu trabalho. Ele respondeu: "o meu trabalho é escrever exatamente a mesma coisa 50 a 100 vezes por ano, de tal forma que nem os meus editores nem os meus leitores pensem que eu me estou a repetir". Infelizmente, não tenho os mesmos dotes de Jason Zweig e os editores deste jornal e os estimados leitores facilmente se apercebem que digo sempre a mesma coisa. Não o faço apenas por não ser um "Jason Zweig", mas também porque o meu trabalho na Casa de Investimentos é a salvaguarda e a valorização dos patrimónios dos nossos Clientes. A coerência no investimento é determinante para atingir estes dois objetivos.

  • Onde estão os iates dos clientes?
    Vida Económica
    29 de Maio de 2015
    Este ano, voltámos a Omaha, Nebraska, para ouvir Warren Buffett e Charlie Munger na Assembleia de Acionistas da Berkshire, onde estiveram presentes mais de 40 mil acionistas entre os quais conceituados investidores em valor com 3 e 4 décadas de resultados consistentes. As credenciais para acesso ao Century Link tinham a seguinte mensagem: "Celebrando 50 Anos de uma parceria rentável" Esta devia ser a grande mensagem da Assembleia deste ano: os acionistas da Berkshire são os grandes beneficiários do investimento que fizeram. Este é na sua essência o capitalismo dos donos que gera um circulo virtuoso: criar riqueza para todos e quem o faz é devidamente recompensado por isso.

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  • Construir a vida com Margem de Segurança
    Vida Económica
    30 de Abril de 2015
    A maioria dos agentes do negócio do investimento não pode olhar para o longo prazo. Existem muitos conflitos de interesses que impedem a tomada das melhores decisões para os seus clientes. No Governo de um país, da mesma forma, precisamos desesperadamente de líderes que deixem de dizer aquilo que queremos ouvir, que ponham de lado as divisões partidárias e que nos peçam para fazer as escolhas difíceis e enfrentar os problemas imediatos e os, aparentemente irresolúveis, problemas de longo prazo - mesmo que isso lhes custe o cargo nas eleições seguintes. Face a face, a maioria dos políticos diz as coisas certas. Juntem-se, porém, vários políticos na mesma sala e nada resulta. Obviamente, é necessária uma liderança forte.

  • 50 Anos Extraordinários
    Vida Económica, 27 de Março de 2015
    O argumento que defende que os mercados financeiros são eficientes é o perfeito exemplo da diferença entre a teoria e a prática. Como Yogi Berra, o famoso treinador de baseball, disse: "Em teoria, não há diferença entre teoria e prática. Na prática, há". Em teoria uma empresa vale aquilo que o mercado diz que ela vale; na prática isto simplesmente não é verdade.

  • Charles Munger, o Sócio Silencioso
    Vida Económica
    30 de Janeiro de 2015
    "Já trabalho com o Warren (Buffett) há tanto tempo, que julguei que seria apenas uma nota de rodapé" Estas foram as palavras de Charlie Munger quando a revista Forbes, em 1993, o incluiu, pela primeira vez, na lista dos americanos mais ricos. Por detrás da extraordinária história da Berkshire Hathaway, estão dois génios financeiros: o reconhecidíssimo Warren Buffett e o seu sócio "silencioso", Charles Thomas Munger, que aprecia este seu afastamento da ribalta. Desde 1964, quando Warren Buffett e, alguns anos depois, Munger, assumiram a gestão da Berkshire, o seu valor de mercado aumentou de 10 milhões de dólares para 367,6 mil milhões; ou seja, 36.761 vezes. Os acionistas da Berkshire tiveram, desde o início, uma rentabilidade anualizada de 22,89%. Por outras palavras, 1000 dólares investidos na Berkshire em 1964 valeriam hoje 36,7 milhões de dólares.

  • 5 940 958 544 274 NOK Salvaguardar a Riqueza para as Gerações Futuras
    Vida Económica, 28 de Novembro de 2014
    O número acima é um dos milhares que pode observar, num dia, se consultar o site do fundo do petróleo da Noruega em www.nbim.no. Os últimos 6 dígitos do número que aparece no ecrã do computador são impossíveis de escrever sem que tenham já mudado várias vezes ao segundo e refletem o valor de mercado dos ativos do maior fundo soberano do mundo. A Noruega descobriu o primeiro campo de petróleo em 1969. O Fundo de Pensões Global do Governo Norueguês, como é oficialmente conhecido, foi formalmente criado em 1990 com o nome Fundo do Petróleo e com o objetivo de gerir a riqueza do petróleo norueguês de uma forma sustentável e de longo prazo. A ideia original por detrás da sua criação tinha duas vertentes: em primeiro lugar, o Fundo serviria como um veículo de poupança de longo prazo que procurasse garantir o rendimento de um recurso não renovável através da diversificação num vasto portfólio de títulos internacionais. Existe uma obrigação ética de partilhar a riqueza dos recursos naturais, desenvolvidos ao longo de milhões de anos, com as gerações futuras.

  • Grandes investidores falharam o rally nas ações
    Vida Económica
    14 de Novembro de 2014
    Num artigo do Wall Street Journal, de 23 de junho passado, e com o título "Grandes investidores falharam o rally nas ações desde 2009: Fundos de Pensões, e Endowments das Universidades diversificados noutros ativos, obtém performances desapontantes" são apresentados os resultados da gestão dos maiores investidores institucionais do mundo.

  • «Insanidade é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes» Albert Einstein
    Vida Económica
    31 de Outubro de 2014
    O historial da economia de mercado portuguesa deixa muito a desejar. A destruição de riqueza provocada pela desvalorização acentuada ou implosão de grandes empresas e grupos nacionais, como PT, BES, GES, BCP, BPN ou BPP, demonstram o problema sério que a sociedade necessita de enfrentar: a credibilização das suas instituições económicas e políticas. Numa altura em que o país acumulou uma dívida assustadora, a perda ou a desvalorização de alguns dos principais grupos económicos portugueses fragiliza decisivamente o valor económico dos ativos do país e a sua capacidade de gera- ção de riqueza para o futuro que sustente uma trajetória de redução de dívida e de novos investimentos. Num país já extremamente descapitalizado, assistir a esta perda de riqueza é dramático.

    Artigo completo                  
  • Porque Falham as nações: as origens do poder, prosperidade e pobreza
    Vida Económica
    19 de Setembro de 2014
    O fosso que separa os países ricos dos países pobres é uma das duas características incontornáveis da economia mundial atual. Há duzentos anos, este fosso não existia, pelo menos à escala a que hoje estamos habituados; e daqui a duzentos anos, já terá, provavelmente, desaparecido. A realidade atual, no entanto, é de uma diferença estarrecedora: as mesmas pessoas vivem em pobreza extrema num país e, quando se mudam para outro, conseguem prosperar.

  • Cash is King - A dolorosa decisão de manter dinheiro
    Vida Económica
    19 de Setembro de 2014
    No final de 2008 e início de 2009, ouvíamos muitas vezes a expressão "cash is king" . De forma generalizada, para comentadores, analistas, jornalistas e até investidores institucionais, o dinheiro era rei e os riscos de investir - com as bolsas mundiais a baterem mínimos consecutivos - eram enormes para os investidores. Nada de mais errado. Essa era a altura em que o dinheiro devia ser investido e não guardado, tal como na altura escrevemos em vários artigos publicados no Diário do Minho e que estão disponíveis no nosso site.
    Nessa ocasião, os investidores que precisavam do consenso da multidão para agir pagaram muito caro por esse conforto.

  • Até quando se manterá o dinheiro barato? As escolhas difíceis dos investidores
    Vida Económica
    5 de Setembro de 2014
    Eventualmente, as taxas de juro subirão no mundo desenvolvido. A grande questão é para que níveis. Qual é o nível adequado? As taxas de juro seguem, na sua essência, um processo de reversão para uma média de longo prazo. Quer isto significar que, quando estão muito altas tenderão a reverter para a dita média e quando estão muito baixas tenderão a subir para a média de longo prazo. Por isso, o movimento a que assistiremos nos próximos anos, embora a ritmo lento, será de subida.

    Artigo completo                  
  • «O investimento em conhecimento paga sempre dividendos» Benjamin Franklin
    Vida Económica
    8 de Agosto de 2014
    Há cerca de 20 anos, quando fui estudar para Inglaterra, o jornalista Peter Wise, num extenso artigo no Financial Times dedicado ao nosso país, sob o título "Portugal, the country where know who is better than knowhow", apresentava o nosso país assim mesmo: o país onde conhecer a pessoa certa (a cunha) é melhor do que ter conhecimentos (ser capaz). O resultado está à vista de todos: de tempos a tempos lá temos nós que andar a pedir (desta vez à Troika), ir procurar emprego no estrangeiro, ser sobrecarregados com impostos que asfixiam qualquer economia e ver a falta de capacidade prosseguir caminho e comandar. Muitas instituições são chefiadas por gente incapaz, gente sem conhecimento e que destrói valor a toda a economia. É um ciclo vicioso do qual não conseguimos sair e contra o qual desistimos de lutar. Como pode o destino de um povo estar nas mãos de "tolos"?

  • «No curto prazo aprendemos muito, no médio prazo alguma coisa, no longo prazo absolutamente nada» Jeremy Grantham, a propósito da crise financeira de 2008
    Vida Económica
    18 de Julho de 2014
    I - Honestidade, integridade e transparência A propósito do escândalo da manipulação da Libor, Bob Diamond, na altura presidente do Barclays Bank, foi chamado em julho de 2012 a uma comissão de inquérito parlamentar para explicar a actuação do banco nesta matéria. As respostas às questões técnicas não levantaram qualquer problema para Diamond, que a cada passo do interrogatório manifestava o seu "amor" ao banco e aos seus 114 mil colaboradores. O Membro do Parlamento Inglês, John Mann, um pouco irritado com este discurso do então Presidente do Barclays, perguntou-lhe se ele conhecia a história do Banco e dos seus fundadores, os Quakers. Bob Diamond não soube responder.

  • Benvindos, Acionistas da Berkshire - Parte I
    Vida Económica
    23 de Maio de 2014
    Como seguidores da filosofia de investimento do Senhor Warren Buffett e do seu sócio Charlie Munger e partilhando dos seus princípios de criação de riqueza para os acionistas, no nosso caso para os nossos clientes, a Casa de Investimentos esteve presente na Assembleia de Acionistas da Berkshire em Omaha, no estado do Nebraska. Este evento anual é também conhecido como o Woodstock para capitalistas.

  • Benvindos, Acionistas da Berkshire - Parte II
    Vida económica
    20 de Junho de 2014
    "Não adianta correr se estivermos na estrada errada", Warren Buffett Investir com sucesso depende da disciplina pessoal do investidor e não do facto da "multidão" concordar ou não consigo. É por isso que é crucial ter uma sólida e bem fundamentada filosofia de investimento. "Buffett diz a mesma coisa todos os anos", dizia um acionista da Berkshire que também assistia à Assembleia Geral e se queixava que não voltaria a mais nenhuma. Para nós esse é a verdadeira razão de ter uma filosofia de investimento e de sermos capazes de nos manter fieis a ela. Se fizermos o nosso trabalho de casa, se formos pacientes e ignorarmos a multidão e as suas mais recentes folias, conseguiremos bons retornos ao longo do tempo.

  • «Vender é quando nos procuram»
    Vida Económica
    24 de Abril de 2014
    "Não temos que ser mais inteligentes que os outros. Temos que ser mais disciplinados." Warren Buffett 
    Para a maior parte dos investidores, o único momento em que se ganha dinheiro é quando se vendem as ações e se realiza o lucro. A decisão de vender frequentemente atormenta o investidor na procura do sucesso. Realizar lucros deveria ser tão admirável como manter as ações em carteira para o longo prazo. A verdade é que saber quando vender não é simples nem fácil. Cada um tem a sua opinião e um investidor pode hesitar durante um largo período de tempo e, desta forma, cometer um grave erro na gestão da sua carteira de investimentos.

  • Quanto vale uma ação/empresa?
    Vida Económica
    28 de Março de 2014
    Se investir fosse tão simples como comprar excelentes negócios, ganhar dinheiro nos mercados de capitais seria muito mais fácil. Se fosse tão simples como comprar uma ação porque está a subir muito, mais fácil ainda. Mas a realidade é que o preço que se paga por uma ação é essencial para a determinação dos futuros retornos do investimento. A questão que os investidores devem colocar é: "Quanto vale a empresa toda?"

  • "The Outsiders": 8 Gestores Extraordinários que Enriqueceram os Seus Acionistas
    Vida Económica, 14 de Março de 2014
    Warren Buffett costuma dizer que é melhor gestor porque é investidor e vice versa. The Outsiders, o livro de William Thorndike Jr, conta as histórias de oito CEO's cujo principal objetivo foi o de criar valor para os seus acionistas. De entre estes CEO's, destaco Henry Singleton, CEO da Teledyne desde 1963 até 1990. Um dólar investido na Teledyne, em 1963, valeria em 1990 mais de 180 dólares! Isto significa uma rentabilidade anual composta de 20,4%. O S&P500 conseguiu, no mesmo período, apenas 8% ao ano: o mesmo dólar investido na mesma data valeria em 1990 apenas 8 dólares. 

  • Uma quinta, um prédio ou ações: princípios fundamentais do investimento - «Se vi mais longe, foi por estar aos ombros de gigantes» Isaac Newton
    Vida Económica
    28 de Fevereiro de 2014
    Foi publicado na passada segunda feira um excerto da carta aos acionistas da Berkshire Hathaway. Warren Buffett, que criou a terceira maior fortuna do mundo investindo em ações, mostra porque é um gigante do investimento; seja terra, um prédio ou ações, seguir os seus princípios é fundamental para ter sucesso no investimento.

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  • «Nunca pergunte ao barbeiro se precisa de um corte de cabelo»
    Vida Económica
    11 de Abril de 2014
    A gestão de fortunas moderna assemelha-se, infelizmente, a uma profissão muito antiga, a alquimia, com as suas constantes promessas de transformar chumbo em ouro, tal como os gestores de dinheiro que repetidamente prometem transformar retornos baixos em retornos altos e garantidos. Isto levanta a questão: porque continuam os investidores a acreditar nas histórias que os gestores/alquimistas contam?

  • Banca - atração fatal - O que devem os investidores saber antes de comprarem ações da banca?
    Vida económica
    14 de Fevereiro de 2014
    Às vezes os "investidores" estão dispostos a pagar qualquer preço para entrarem na "festa", convencidos que conseguem sair 5 minutos antes da meia noite. Nestas alturas, os investidores sensatos estão aparentemente desfasados do que quase todos querem ouvir: comprar, comprar, comprar. A tentação de especular é quase irresistível. Porque razão têm os investidores tanta atração pelas ações da banca? Este é um negócio muito difícil de avaliar porque envolve muitos riscos e trabalha com muitos mais capitais alheios do que próprios. Por isso, os erros são ampliados.

  • Mercados Emergentes - «As pessoas entenderam a história ao contrário» Elroy Dimson
    Vida Económica
    31 de Janeiro de 2014
    A base fundamental do investimento é o valor temporal do dinheiro. O investimento que produzir o maior retorno no período mais curto será sempre o preferido dos investidores. Essa é também a razão pela qual, de tempos a tempos, os mercados emergentes são redescobertos como o melhor "destino" para alocar capital. Na primeira metade de 2009, os fundos de investimento mundiais investiram nestes mercados cerca de 10,6 mil milhões de dólares, 34 vezes mais do que havia sido investido nos fundos de ações americanas. O fundo Índice MSCI Mercados Emergentes era o quarto maior de todos os ETFs - Exchange Traded Funds, com 30,8 mil milhões de dólares.

  • A Diferença entre investir e especular
    Vida Económica, 17 de Janeiro de 2014
    "Há dois momentos na vida em que um homem não deve especular: quando não tem dinheiro e quando tem" Mark Twain 
    Segundo Warren Buffett, dizer que alguém que constantemente compra e vende ações é um investidor é o mesmo que dizer que alguém que repetidamente tem namoradas de uma só noite é um romântico. Ao longo do último ano e meio a escrever nestas páginas, apresentámos algumas das empresas em que investimos (ver quadro anexo), com o objetivo de explicar os atributos que gostamos de encontrar nas empresas que compramos para as carteiras dos nossos clientes. Procuramos, com estes artigos, mostrar a diferença entre investir e especular, como investir com risco limitado e com boas rentabilidades.

  • Good for Health and Good for Wealth: Parabéns Irving Kahn pelos 108 Anos
    Vida Económica
    20 de Dezembro de 2013
    Irving Kahn fez ontem 108 anos. Nasceu em 19 de dezembro de 1905 em Nova Iorque, é o presidente da Kahn Brothers Group, a empresa de Gestão de Patrimónios e consultoria fundada por ele e pelos seus filhos em 1978. É o gestor de fortunas mais velho do mundo e é um dos primeiros investidores em valor do séc. XX, com mais de 8 décadas de atividade.

  • Verdadeiros guardiões do capital dos acionistas
    Vida Económica
    6 de Dezembro de 2013
    "O nosso método é muito simples: tentamos comprar negócios com bons fundamentais económicos, geridos por pessoas honestas e capazes e compramo-los a preços sensatos. É só isto que tentamos fazer." Warren Buffett Este é o ensinamento que todos os dias procuramos seguir ao serviço dos nossos clientes. Ao longo deste ano e meio a escrever quinzenalmente nestas páginas, tenho apresentado inúmeras vezes os fundamentais de alguns negócios em que temos investido.

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  • À Espera de Pechinchas - Paciência «Oportunista»
    Vida Económica
    15 de Novembro 2013
    "É nossa convicção que o mercado de capitais é um centro de realocação de capital no qual o dinheiro é transferido dos mais ativos para os mais pacientes." Warren Buffet
    Investir é difícil. Quando o mercado cai para preços verdadeiramente ridículos e as ações de empresas extraordinárias cotam a 40 ou 50% do seu real valor, o pessimismo apodera-se dos investidores. O pânico, o pessimismo e o medo, produzem preços baixos. É neste ambiente que gostamos de comprar ações de empresas extraordinárias que comprovaram, ao longo de décadas, que são excelentes máquinas de fazer dinheiro para os seus acionistas. 

  • COACH - o luxo acessível
    Vida Económica
    1 de Novembro 2013
    Os mercados financeiros abrem portas todos os dias e todos os dias estão dispostos a cotar-nos um preço, quer quando queremos vender quer quando queremos comprar. Não quer, no entanto, dizer que os preços a que o mercado está disposto hoje a vender-nos ou a comprar-nos ações de determinada empresa sejam o preço justo, isto é, sejam o que as ações realmente valem. O importante é apenas fazer negócio com o mercado quando este nos cota o preço a que queremos comprar - e que deve ser a desconto substancial do valor justo - e o preço a que queremos vender - este preço deve ser pelo menos o valor justo do ativo. No resto do tempo, podemos ignorar as cotações.

  • BP - Quando a incerteza pode ser nossa amiga
    Vida Económica
    18 de Outubro de 2013
    "O futuro nunca é claro. Pagamos um preço muito alto por um consenso optimista. A incerteza é amiga do comprador de valores a longo prazo." Warren Buffett 
    Todos os dias são incertos. O melhor que temos a fazer é aprender a lidar com a incerteza. Com frequência comparo o investimento em ações à plantação de árvores. É necessário escolher boas árvores, preparar a terra e plantar. Ao longo do tempo devemos acompanhar o seu crescimento. Não ocorre a ninguém plantar carvalhos num ano e, no seguinte porque o vizinho o está a fazer, arrancá-los e plantar castanheiros. Haverá anos com meteorologia muito favorável, haverá anos maus e outros razoáveis. É natural. Mas só plantando é que crescem.

  • «Só quero saber onde vou morrer, para nunca lá ir» Charlie Munger
    Vida Económica
    4 de Outubro de 2013
    A frase que dá o título a este artigo foi proferida por Charlie Munger, sócio de Warren Buffett. Munger, numa entrevista de televisão, apresentou as razões para as rentabilidades que conseguem há décadas investindo em ações. Há quatro regras fundamentais: 1. Investem apenas em negócios que entendem, 2. Negócios com vantagens competitivas duráveis, 3. Geridos por gestores capazes e honestos, 4. Comprados a um preço inferior ao seu valor, com margem de segurança.

  • "Invista em ativos que produzem rendimentos"
    Vida Económica, 5 de Julho de 2013

    A multidão está invariavelmente errada nos extremos do mercado. No mundo do investimento, tudo o que é óbvio é questionável e tudo o que é importante é contra-intuitivo. Os investidores provam repetidamente que o bom senso não é comum. O conhecimento da história e teoria financeiras ensinam-nos que a mais poderosa lei da "física" financeira é a reversão para a média: quando os ativos sobem de preço continuamente para níveis insustentáveis, é inevitável que a sua performance futura seja negativa. Da mesma forma, depois de grandes quedas de preço, é natural que os ativos recuperem. O conselho que parece o melhor no curto prazo é sempre o mais perigoso a médio e longo prazo. Toda a gente gosta de investir na mais recente "mania" que permita os melhores retornos, com a bem publicitada "segurança" que, quando se vai a ver, tem grandes riscos. A indústria financeira, na sua generalidade, está dedicada a um princípio básico de marketing: quando os patos grasnam, dá-se-lhes de comer. 


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  • Galp ou Total? Invista na que está mais barata
    Vida Económica, 19 de Abril de 2013

    A frase é de Mark Twain: "Há duas situações em que não se deve especular: quando não se tem dinheiro e quando se tem." Comprar ativos acima do seu valor é por de?nição a atividade dos especuladores. Uma das empresas mais recomendadas dos últimos anos do mercado português é a Galp Energia. As extraordinárias descobertas de petróleo e gás deram um impulso decisivo à empresa, que veri?cou uma valorização na cotação de 136,16%, incluindo dividendos, desde que o Estado português decidiu colocar a empresa em bolsa em outubro de 2006. Mas será que esta excelente performance se manterá para o futuro? Será a Galp um bom investimento à cotação atual? 


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  • France Telecom - A diferenca entre o preço e o valor
    Vida Económica, 1 de Março de 2013

    A causa mais comum dos preços baixos é o pessimismo - umas vezes generalizado, outras específico a uma empresa ou indústria. Nós desejamos fazer negócios neste ambiente, não porque gostemos do pessimismo mas porque gostamos dos preços que ele produz. O otimismo é inimigo do comprador racional. Nada disto significa, contudo, que um negócio ou uma ação é uma compra inteligente apenas porque é pouco popular; uma abordagem contrária é tão tola como a estratégia de seguir a multidão. O que é necessário é pensar em vez de sondar a opinião dos outros. Infelizmente, a observação de Bertrand Russel sobre a vida em geral aplica-se com perfeição ao mundo financeiro: "A maioria dos homens prefere morrer a ter que pensar. Muitos fazem-no." 


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  • Tesco - Se comprasse a empresa toda, quanto pagaria por ela?
    Vida Económica, 14 de Dezembro de 2012

    Sem saber quanto vale uma empresa, como pode o investidor saber o que deve pagar por cada ação? Na Casa de Investimentos, acreditamos que as ações devem ser compradas apenas quando transacionam a desconto significativo do seu valor intrínseco e os negócios que lhes estão subjacentes têm vantagens competitivas que permitem compor retornos de longo prazo acima da média. Por isso, sem sabermos quanto vale uma empresa, não sabemos o que devemos pagar pelas suas ações. 


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  • Western Union - Um bom negócio a preços sensatos
    Vida Económica, 30 de Novembro de 2012

    A Western Union, que tem a sua origem no negócio de envio e receção de telegramas, foi criada há mais de 150 anos. Disponibiliza serviços de transferências de dinheiro, nacionais e internacionais, através de uma rede global com mais de 500 mil agentes. É a maior empresa de transferências de dinheiro do mundo, com quase 20% de quota de mercado do volume total das remessas internacionais.


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  • Microsoft - Quando uma Boa Empresa é um Bom Investimento
    Vida Económica, 16 de Novembro de 2012

    O nosso objetivo, como gestora de patrimónios, e como deveria ser o de qualquer investidor, é encontrar negócios excecionais e comprá-los a preços razoáveis, isto é, quando cotam no mercado a desconto do seu valor justo. A ênfase deve ser colocada na qualidade do negócio e na sua capacidade de compor retornos a taxas excecionais para o futuro. Não nos interessa comprar negócios medíocres em saldo. Estes irão sempre compor, ano após ano, retornos a taxas medíocres. 


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  • O Mais Importante é o Valor - Staples
    Vida Económica, 21 de Setembro de 2012

    A regra mais antiga do investimento é a mais simples: "compre barato e venda caro". Isto é óbvio. O que signi?ca realmente esta regra? Signi?ca que devemos comprar a um preço baixo e vendê-lo a um preço alto. Mas o que é um preço baixo ou alto? Devemos encontrar um padrão objetivo para determinar o preço "baixo" e "alto" e esse padrão é o valor intrínseco do ativo. Assim, o signi?cado de "compre barato e venda caro" torna-se claro: compre a um preço abaixo do valor intrínseco e venda a um preço mais alto. 


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  • Investimento em Valor - Cisco Systems
    Vida Económica, 10 de Agosto de 2012

    Qualquer operação de investimento, após avaliação rigorosa, deve garantir a segurança do capital e um retorno satisfatório a prazo. A avaliação rigorosa visa determinar o valor intrínseco da empresa/negócio e a sua capacidade de produzir retornos acima da média para os seus acionistas. 


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  • Sonae, SGPS - A Soma de Todas as Partes
    Vida Económica, 13 de Julho de 2012

    Muitos investidores adotam as mais variadas estratégias que oferecem poucas ou nenhumas perspetivas reais de sucesso a longo prazo e uma grande probabilidade de perdas ?nanceiras substanciais. Essas estratégias não são métodos coerentes de investimento mas antes se assemelham a especulação ou jogo. 


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  • Investimento em Valor: Johnson & Johnson (JNJ)
    Vida Económica, 29 de Junho de 2012

    "Nunca dependa de uma boa venda. Compre a um preço tão atrativo que até uma venda medíocre produz bons resultados" Warren Buffett

    A regra mais antiga do investimento é a mais simples: "compre barato e venda caro". Isto é óbvio. O que significa realmente esta regra? 


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  • Investimento em Valor: EDP - Energias de Portugal
    Vida Económica, 15 de Junho de 2012

    "O mercado bolsista está cheio de indivíduos que sabem o preço de tudo mas não sabem o valor de nada". Philip Fisher

    O método de Investimento em Valor consiste em comprar negócios com fundamentos económicos soberbos, geridos por gente capaz e honesta, quando estão baratos. É simples, mas não é fácil. 


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  • A Coisa Mais Importante é... o VALOR
    Jornal i, 1 de Junho de 2012

    Os investidores que não conhecem ou nem se preocupam com os fundamentais do negócio não têm a determinação necessária para fazer a coisa certa na altura certa .


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  • IPO do Facebook? Não
    Jornal i, 25 de Maio de 2012

    Devido a tão elevadas expectativas no mercado, o número de acções a vender foi aumentado e reservaram um muito publicitado lote para investidores de retalho.


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  • O Bom Senso não é Comum
    Jornal i, 18 de Maio de 2012

    A quantidade de informação e opiniões que nos são apresentadas diariamente pelos media, a rapidez com que circulam, não têm dado vida fácil a aforradores e investidores .


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  • Acções versus Obrigações
    Jornal i, 11 de Maio de 2012

    Quanto menos pagarmos por uma acção, relativamente aos seus lucros, melhores serão os retornos futuros.


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  • "Compre acções como quem compra mercearia, em saldos"
    Jornal i, 4 de Maio de 2012

    A frase que dá título a esta crónica é de Christopher H. Browne e foi extraída de "O Livro do Investimento em Valor".


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  • Cinco Fontes do Valor
    Jornal i, 27 de Abril de 2012

    Aos investidores importa saber se nas suas carteiras de investimento têm acções que possam ser máquinas de fazer dinheiro para o futuro.


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  • O Aumento de Capital no BES
    Jornal i, 20 de Abril de 2012

    Este aumento de capital vai limitar o potencial de crescimento futuro do BES e reduzir o valor justo do negócio .


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  • Fundos de Investimento - Os Investidores
    Jornal i, 13 de Abril de 2012

    Os investidores são incentivados a não meter todos os ovos no mesmo cesto e os fundos de investimento proporcionam uma enorme variedade de investimentos .


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  • Fundos de Investimento - A Indústria
    Jornal i, 6 de Abril de 2012

    As alterações sociais que conduziram a uma "sociedade do lucro", em que o dinheiro se sobrepõe à realização pessoal, mede a nossa valia pelo que ganhamos e gastamos .


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  • Desta Vez (Não) é Diferente
    Jornal i, 30 de Março de 2012

    No mundo do investimento tudo o que é óbvio é questionável e nada do que é importante é intuitivo .


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  • Sideways Markets ou Mercado Caranguejo
    Jornal i, 23 de Março de 2012

    Katsenelson não investe num índice, investe num conjunto limitado de excelentes empresas com vantagens competitivas, quando estão baratas .


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  • A Batalha pela Alma do Capitalismo
    Jornal i, 16 de Março de 2012

    Assistimos a uma enorme transferência de riqueza dos accionistas para os gestores de grandes multinacionais, que pagam a si próprios compensações extravagantes.


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  • A Carta
    Jornal i, 9 de Março de 2012

    Deixo-lhes o resumo de uma carta que o conceituado gestor de fundos americano Jeremy Grantham dirigiu recentemente aos seus clientes .


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  • O Saber Não Ocupa Lugar
    Jornal i, 2 de Março de 2012

    A tornada de decisões de investimento ponderadas pode ter um impacto significativo na vida das pessoas .


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  • Moat. O poder das vantagens competitivas
    Jornal i, 24 de Fevereiro de 2012

    Buffett apelidou este conjunto de vantagens competitivas Moat, ou seja, o fosso, como os que existiam à volta dos castelos medievais para os proteger dos inimigos .


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  • A Bolha do Ouro
    Jornal i, 17 de Fevereiro de 2012

    Warren Buffett, num artigo que será publicado a 27 de Fevereiro na "Fortune", explica de forma clara porque não devemos investir em ouro .


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  • O Medo e a Ganância
    Jornal i, 10 de Fevereiro de 2012

    Quando a conjuntura é favorável ou as notícias para determinada empresa são muito positivas, é fácil o investidor comum perder o bom senso e seguir a multidão .


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  • Capitalismo sem Donos
    Jornal i, 3 de Fevereiro de 2012

    O capitalismo requer uma estrutura e um sistema de valores em que as  pessoas acreditem e dependam .


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  • A Mais Poderosa Força do Universo
    Jornal i, 27 de Janeiro de 2012

    Warren Buffett investe em acções, por vezes comprando toda a empresa, muitas vezes comprando, em bolsa, "fatias" de bons negócios.


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  • Investidores Conservadores e Garantias
    Jornal i, 20 de Janeiro de 2012

    Se compramos bons activos a um preço barato, garantimos certamente que vamos obter uma valorização desses activos e um bom retorno do nosso investimento .


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  • As Dez Perguntas
    Jornal i, 13 de Janeiro de 2012

    Corno consegue o investidor identificar, entre milhares de empresas cotadas em bolsa, quais delas são realmente empresas com excelentes negócios?


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  • Em 2011, Ignorou a Multidão?
    Jornal i, 6 de Janeiro de 2012

    Não temos de fazer o que toda a gente está a fazer. Devemos investir com inteligência. Comprar boas empresas abaixo do seu valor produz excelentes retornos .


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  • Máquinas de Fazer Dinheiro
    Jornal i, 30 de Dezembro de 2011

    O professor Jeremy Siegel demonstrou que as cem empresas do S&P500 que pagam mais dividendos têm uma performance superior à do índice em cerca de 3% ao ano .


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  • Investir é Simples mas Não é Fácil
    Jornal i, 23 de Dezembro de 2011

    Há apenas duas formas de perder peso: comer menos e fazer mais exercício. Não podia ser mais fácil. Mas é muito difícil num mundo cheio de bolos de chocolate.


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  • A Longa Curva da Prosperidade
    Jornal i, 16 de Dezembro de 2011

    "Quem pensa em si, planta um eucalipto; quem se preocupa com os filhos, planta um pinheiro; quem se preocupa com os netos, planta um sobreiro", diz o ditado português.


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  • Euro - Too Big to Fail
    Jornal i, 9 de Dezembro de 2011

    Quando se constata que alguma coisa que depende da acção humana não interessa a ninguém, como o fim do euro, o mais provável é que não aconteça.


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  • O Médico e o Doente
    Jornal i, 2 de Dezembro de 2011

    Grande parte das pessoas toma decisões de poupança e investimento sem o conhecimento claro do valor que está a comprar .


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  • Segurança num Mundo Inseguro
    Jornal i, 25 de Novembro de 2011

    A poupança deve ser vista como uma indispensável forma de bem-estar, como reserva de valor ou como garantia de um consumo futuro .


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  • Até Onde Deve o Investidor Diversificar
    Jornal i, 18 de Novembro de 2011

    A chave para investir com sucesso é a compra de acções de empresas com negócios fabulosos, geridos por gente capaz e honesta, quando os preços estão a desconto.


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  • O que Funciona no Investimento
    Jornal i, 11 de Novembro de 2011

    O estudo concluiu que o que funcionou é muito simples: as acções baratas conseguem consistentemente melhores retornos que as acções caras.


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  • A Incerteza e as Previsões
    Jornal i, 4 de Novembro de 2011

    Defende o multimilionário Warren Buffett que "o futuro nunca é claro e paga-se um preço muito elevado por um consenso alargado. Aliás, a incerteza é amiga do investidor.


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  • O Horizonte do Investimento
    Jornal i, 28 de Outubro de 2011

    A diferença-chave entre investidores e especuladores é que o horizonte destes últimos é o dia, a semana, o mês. Já o investidor pensa como um empresário.


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  • O Sr. Mercado
    Jornal i, 21 de Outubro de 2011

    As variações de curto prazo devem ser aproveitadas para a realização de bons negócios: comprar barato e vender caro.


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  • A Margem de Segurança
    Jornal i, 14 de Outubro de 2011

    A noção de risco de investimento em valor não tem que ver com a volatilidade mas sim com a amplitude da margem de segurança.


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  • A Diferença entre Preço e Valor
    Jornal i, 7 de Outubro de 2011

    Seguindo os princípios do investidor em valor, pode esperar bons resultados com riscos limitados. Este deve ser o objectivo de um investidor prudente e consciente .


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  • Investimento em Valor. Ignore a Multidão
    Jornal i, 26 de Agosto de 2011

    Demasiadas pessoas investem no mercado accionista com o objectivo de ganhar dinheiro rápido. Esta orientação envolve especulação e não investimento.


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