A Casa na Imprensa

Quer investir? Faça um plano a longo prazo - Entrevista Dinheiro Vivo
Dinheiro Vivo, 04 Janeiro 2018
Quer investir? Faça um plano a longo prazo - Entrevista Dinheiro Vivo

Criar riqueza a partir da poupança não tem receitas mágicas que resultem de um dia para o outro. “Tal como disse Charlie Munger, sócio de Warren Buffett, investir deve ser tão entusiasmante com ver tinta a secar ou relva a crescer”, diz Emília Vieira, CEO da Casa de Investimentos. “Um plano de investimento sensato deve ter um horizonte de décadas e ser traçado com disciplina. Estratégias de curto prazo não produzem resultados consistentes para o futuro”.

Ler artigo
Comprar barato aos pessimistas e vender caro aos otimistas - Jornal Económico
O Jornal Económico, 17 Novembro 2017
Comprar barato aos pessimistas e vender caro aos otimistas - Jornal Económico

Cerca de 400 pessoas participaram esta semana nas duas sessões da conferência “O Triunfo dos Otimistas”, promovida pela Casa de Investimentos e pelo Jornal Económico, em Lisboa e em Braga.

Ler artigo
'Os otimistas triunfaram: as ações bateram a inflação, o dinheiro e as obrigações' - Entrevista Elroy Dimson ao JE
O Jornal Económico, 03 Novembro 2017
'Os otimistas triunfaram: as ações bateram a inflação, o dinheiro e as obrigações' - Entrevista Elroy Dimson ao JE

O co-autor de estudos sobre 117 anos de retornos de cinco classes de ativos nos mercados globais explica que os investidores que assumiram o risco tiveram mais sucesso que os conservadores.

Ler artigo
O Jornal Económico, 19 Julho 2017
"O caminho menos percorrido é o que leva ao sucesso" - Entrevista Jornal Económico

Emília Vieira é a presidente da Casa de Investimentos, instituição sediada em Braga que gere cerca de 100 milhões de euros e com um retorno médio anual na casa dos 12%. Em entrevista ao Jornal Económico, esta admiradora de Warren Buffet lamenta a destruição de valor ocorrida em Portugal com os sucessivos escândalos bancários e propõe a filosofia do investimento em valor como a opção certa para quem procura retornos atrativos com baixo risco.

Ler artigo
O investimento seguro passa por seleccionar activos sólidos
Executive Digest, 01 Fevereiro 2016
O investimento seguro passa por seleccionar activos sólidos

A abordagem à criação de valor não pode passar por olhar para o mercado financeiro como um jogo de sorte e azar. A presidente do CA da Casa de Investimentos explica.

O investimento em valor está na génese da criação da Casa de Investimentos, em Braga. Esta gestora de patrimónios, que investe essencialmente em acções, «é a instituição em Portugal com melhores rentabilidades», afirma a cofundadora e presidente do Conselho de Administração, Emília Vieira. Com uma equipa de oito pessoas e pouco mais de 200 clientes, tem como principal foco «criar uma filosofia de valor e orientar os clientes para o médio, longo prazo».

Ler artigo
Gere fortunas com a filosofia de Warren Buffet
Jornal de Notícias, 04 Janeiro 2016
Gere fortunas com a filosofia de Warren Buffet

Quando em 2010 a crise começava a dar os primeiros sinais no país, em Braga nascia a primeira e única gestora de fortunas fora de Lisboa e Porto. A Casa de Investimentos é presidida por Emília Vieira, uma mestre em Finanças, com 48 anos, que se apercebeu, desde cedo, que as pessoas "não estão preparadas para se defenderem da ganância do sistema financeiro".

Para combater o "comissionamento agressivo" e "agir no melhor interesse dos clientes", adotou a filosofia do investimento em valor, seguida pelo terceiro homem mais rico do mundo, Warren Buffett. O método exige "paciência", mas é simples: compram açoes de empresas extraordinárias quando estão baratas e, depois, vendem ao preço justo. Quando estão caras, aguardam.

A empresa, cofundada por Emília Vieira, Hugo Roque e Pedro Alves, conta atualmente com cerca de 200 clientes, sobretudo do Porto e Lisboa, mas diz ter capacidade para aceitar mais 150. Os fundadores têm conseguido um crescimento que consideram sólido, com rentabilidades anuais de 13,06% e de 85,811% em termos acumulados. No entanto, convencer os investidores de que são "um anjo da guarda do dinheiro" nem sempre foi fácil, sobretudo porque começaram em tempo de recessão e, no último ano, sentiram o medo instalado pela queda do BES.

"Iniciámos a gestão em 15 de novvembro de 2010. Nesse ano, as pessoas tinham medo, tinham a ideia enraizada de que num banco estão mais seguras. O que tentámos explicar é o que fazemos, qual a filosofia de investimentos e que não temos endividamento. Os ativos estão sempre depositados à guarda do banco, mas quem seleciona os investimentos e o que deve ser feito somos nós", relata Emília Vieira, relembrando, depois, o recuo com o fim do BES. "Destruiu a confiança dos investidores, porque tanto perderam os acionistas como os obrigacionistas", afirma.

Para esta gestora de fortunas - com uma carteira de 80 milhões atualmente - um dos principais problemas que justificam a perda de dinheiro em ações, por parte dos investidores, está na falta de formação e literacia financeira. E deixa o aviso: "É preciso que não se entregue dinheiro a papagaios, é preciso ler e não investir em nada que não entendam. O nosso trabalho é remover a ignorância. É estudar, é pensar, é ler os balanços das empresas, ver o que estão a fazer os melhores investidores do mundo e descobrir pérolas".

Atualmente, o valor mínimo para abrir uma conta na Casa de Investimentos é de 50 mil euros, mas a empresa tem já a decorrer um processo de licenciamento para criar um fundo destinado a quantias mais baixas, seguindo, igualmente, a filosofia do investimento em valor praticada por Warren Buffett, "o que também será único em Portugal", garante Emília Vieira.

Ler artigo
Emília Vieira. BCP, BES, BPI e PT foram máquinas de destruição
Observador, 23 Novembro 2015
Emília Vieira. BCP, BES, BPI e PT foram máquinas de destruição

Emília Vieira, a presidente da Casa de Investimentos, investe em ações que criem valor para os seus clientes. Na bolsa portuguesa encontrou o oposto: várias sociedades que destruíram dinheiro para os seus acionistas.

Ler artigo
Emília Vieira,  gestora de fortunas
Executiva.pt, 21 Maio 2015
Emília Vieira, gestora de fortunas

“Queremos clientes para o longo prazo e atuamos como verdadeiros guardiões do seu património. O nosso lema é trabalhar para que os nossos clientes sejam clientes antigos”. É desta forma que a gestora de fortunas bracarense explica a visão da Casa de Investimentos (CI), que fundou em 2010 com o objetivo de a tornar numa referência no mercado. No meio de um ambiente altamente recessivo, Emília Vieira lançou a empresa para atrair primeiro os investidores minhotos mas tendo já na mira o mercado nacional. Estudou tudo sobre a filosofia de Warren Buffett, o homem mais rico do mundo. Nos próximos 30 anos gostava de ganhar em média 15% ao ano.

Qual é a filosofia da Casa de Investimentos (CI)?

Seguimos a filosofia de Investimento em Valor, ou seja, só se investe num ativo quando este está a desconto substancial do seu valor. Analisamos profundamente os ativos, com disciplina férrea e paciência, para esperar que os resultados se materializem. Com tempo, o preço a que cotam as empresas tende a aproximar-se do seu valor justo. Nessa altura, vendemos. Só assim se conseguem rentabilidades consistentes e acima da média. Investimos com menos risco, porque compramos barato e com melhores retornos a prazo. Os custos inerentes a esta filosofia de investimentos são também menores porque implicam muito poucas transações.

A partir de que valores se pode ser cliente da CI?

A partir de 50 mil euros mas brevemente teremos um Fundo de Investimento em Valor que permitirá montantes mais baixos, para que as poupanças mais pequenas também tenham acesso e para motivar um público mais vasto para investimentos conscientes.

Ler artigo