A CASA na Imprensa

A empresa e a família: como preservar e valorizar o que conquistámos
Vida Económica, 13 Março 2020
A empresa e a família: como preservar e valorizar o que conquistámos

A empresa e a família: como preservar e valorizar o que conquistámos

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Entrevista ao Jornal Económico:
Jornal Económico, 22 Dezembro 2019
Entrevista ao Jornal Económico: "Sem poupança nunca somos donos do nosso destino"

A falta de poupança de hoje condena o nosso bem-estar financeiro
no futuro, disse a CEO da Casa de Investimentos, Emília Vieira, numa entrevista por escrito ao Jornal Económico. A gestora aborda os problemas que a baixa taxa de poupança atual que se regista em Portugal acarreta para as famílias e para a economia.

“Poupar não tem de ser complexo”, frisou a CEO da Casa de Investimentos, que privilegia o investimento em ações, numa lógica de (muito) longo-prazo, tendo em conta o valor intrínseco das empresas.

Emília Vieira defende que é crucial alterar os hábitos de poupança em
Portugal e dá a receita: a educação. “Os hábitos de poupança devem ser incutidos em idades precoces, realçando a vantagem de não usarmos no imediato todos os recursos à nossa disposição, mantendo a liberdade para tomarmos decisões no futuro”, explicou.

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Entrevista à Funds People :
Funds People, 12 Agosto 2019
Entrevista à Funds People : "Estamos conscientes dos riscos macroeconómicos atuais"

Não somos investidores em tendências macroeconómicas nem estamos especialmente preocupados em prever como se vai comportar a economia A ou B. A prazo as notícias sobre as economias e sobre os mercados financeiros serão boas. Terão ciclos bons e maus e, por isso, o que procuramos é encontrar empresas excecionais, com vantagens competitivas duráveis, balanços sólidos para suportarem bem os períodos menos bons e saírem deles mais fortes e capazes de gerarem lucros acrescidos para os seus acionistas.

Devemos investir nos mercados financeiros como fazemos num imóvel, numa quinta ou num negócio que queremos criar. Olhar a 6 ou 12 meses não é investir. Investir é estarmos focados nos fundamentais das empresas que compõem o nosso portfólio e na sua capacidade de gerar lucros crescentes a prazo.

Estamos conscientes dos riscos macroeconómicos atuais e incorporamos esses riscos nas avaliações individuais dos negócios em que estamos investidos. No entanto, não definimos a nossa estratégia de investimento em função de tendências macroeconómicas, muito menos de curto prazo.

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Casa de Investimentos: as contas de 2018
Funds People, 31 Maio 2019
Casa de Investimentos: as contas de 2018

Casa de Investimentos: as contas de 2018

Num Relatório e Contas que é uma verdadeira recensão de obras de literatura financeira, a Casa de Investimentos, gestora de patrimónios bracarense, não esconde o quanto 2018 foi um desafio, mas também não deixa de salientar o quanto 2019 tem premiado os clientes que mantiveram a confiança na sua capacidade de aplicação da filosofia de investimento value. “Com ganhos modestos até final de setembro, as cotações de mercado em  final do ano determinaram que este fosse o pior ano, para os nossos clientes e para nós, desde a fundação da Casa de Investimentos. Sabendo que é doloroso ver perdas — ainda que só potenciais — e o extrato de conta a ser marcado em baixo a cada mês, realçamos que as últimas semanas do ano foram extraordinariamente positivas para os nossos Clientes. Aproveitámos a forte correção dos mercados financeiros para adicionar às carteiras de investimentos alguns negócios extraordinários que aguardávamos há algum tempo e reforçámos outros já em carteira”, pode ler-se no relatório.

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Nova gestora de fundos no horizonte

No ano, a entidade gestora reforçou e reorganizou a casa no sentido de dar resposta às necessidades que os projetos futuros criaram, mas também para satisfazer os desafios regulatórios. “Continuamos a aguardar que os reguladores nos permitam iniciar a gestão de fundos de investimento. O nosso objetivo é poder disponibilizar à poupança mais pequena uma filosofia de valor que privilegie o investimento em ações e que contribua para que protejam melhor as suas poupanças e acumulem riqueza a longo prazo. É nosso desejo criar uma legião de investidores em valor que desde cedo se comprometam com a poupança e investimento a longo prazo. Neste processo, dando seguimento a imposições do Banco de Portugal, a Casa de Investimentos implementou as alterações necessárias na sua estrutura operacional para corresponder em pleno ao que nos foi exigido”, destaca a Casa de Investimentos. "Em paralelo com esta medida, e com o mesmo propósito, entendeu ainda contratar externamente a consultoria jurídica especializada necessária para a revisão global das políticas internas da Casa e a sua conformação com a DMIF II e a restante regulamentação em vigor".

No campo dos desafios, é destacado o peso da gestão passiva, em que os investidores "optam por investir em produtos que não fazem qualquer seleção dos ativos e se limitam a replicar índices globais ou setoriais". Este “é outro fenómeno que tem ganho peso nos mercados financeiros. Segundo a Morningstar, a gestão passiva já representava no final de 2017 cerca de 45% do mercado norte-americano. Os fundos assim geridos entram e saem no mercado puramente em função dos fluxos de liquidez dos seus investidores. Além do impacto que têm no mercado como um todo, afetam substancialmente os preços em setores ou temas específicos”.

Atividade em 2018

“No decorrer dos últimos 8 anos, este foi o único em que registamos um declínio dos ativos sob gestão, fruto da rentabilidade negativa do ano. Com certeza que esta não foi a evolução desejada, embora estejamos cientes de que faz parte do nosso negócio. O fator mais relevante a destacar foi o facto de o decréscimo ter sido inferior
 à rentabilidade do ano, evidenciando o facto de termos registado entradas líquidas de novas poupanças para gestão”, destacam da Casa de Investimentos", referem da entidade gestora.

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As comissões de gestão no exercício atingiram os 693 mil euros, registando uma queda de cerca de 20% face ao ano anterior. “Esta queda resultou da diminuição das comissões fixas, por força da diminuição dos ativos sob gestão e da diminuição da prestação de serviços de consultoria e pelo facto de não termos ganho comissão de performance”. Já do lado dos custos gerais e administrativos, estes diminuíram cerca de 22%. “Os custos do ano anterior foram anormalmente elevados, fruto da conferência O Triunfo dos Otimistas e a compra dos direitos de dois livros da Wiley: O Livro do Investimento em Valor, relançado no ano passado e O Livro de Investimento Comportamental, que será lançado durante 2019”, destacam. Os resultados líquidos recuaram cerca de 63%, para 71,5 mil euros.

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“Em Portugal, só 2% das pessoas veem nas ações e nas obrigações um instrumento de poupança”
O Jornal Económico, 30 Outubro 2018
“Em Portugal, só 2% das pessoas veem nas ações e nas obrigações um instrumento de poupança”

Com uma população envelhecida, a taxa de poupança dos portugueses pode vir a sobrecarregar o sistema das reformas e das pensões, abrindo-se, assim, o debate sobre outros instrumentos que possam contribuir para o rendimento disponível dos portugueses que deixam a vida ativa.

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“Ricos ficam mais ricos porque preferem ações em vez de imobiliário”
O Jornal Económico, 19 Outubro 2018
“Ricos ficam mais ricos porque preferem ações em vez de imobiliário”

A Casa de Investimentos vai lançar o “Livro do Investimento em Valor”, em parceria com o Jornal Económico. Em entrevista, a CEO Emília Vieira explica esta aposta.

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Uma bracarense na elite de Buffett. Emília Vieira promove SONAE no festival dos investidores em Omaha
Expresso, 04 Maio 2018
Uma bracarense na elite de Buffett. Emília Vieira promove SONAE no festival dos investidores em Omaha

Há quatro anos, Emília Vieira ofereceu um cavaquinho a Warren Buffett. Esta sexta-feira participou na conferência Best Ideas Omaha 2018.

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Funds People, 19 Março 2018
"Vemos uma grande oportunidade no facto de sermos a única instituição em Portugal que pratica a filosofia de Investimento em Valor"

Fiéis à filosofia de Investimento Value preconizada por Warren Buffet, a Casa de Investimentos, sedeada em Braga, lança-se agora na gestão de um fundo mobiliário gerido com a mesma perspetiva.

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