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Em 2002, iniciámos a atividade de Gestão de Patrimónios em representação de uma instituição financeira com sede em Lisboa. O modelo de negócio era baseado na corretagem e, portanto, para esta empresa, quanto maior o número de operações diárias melhor. Sabemos que na maior parte das vezes os Clientes perdem dinheiro.
A indústria financeira baseou o seu modelo de negócio no comissionamento, perdeu o dever de fidúcia e “esqueceu-se” que o dono do dinheiro deve ser o seu maior beneficiário.
Para termos a liberdade de fazer aquilo em que acreditamos, de fazer a “coisa certa” e agir no melhor interesse do Cliente, tivemos que criar a nossa própria empresa, a Casa de Investimentos, gestora de patrimónios, independente de qualquer instituição ou grupo financeiro, cujos acionistas somos nós, os gestores. Investimos o nosso dinheiro juntamente com o dinheiro dos nossos Clientes. O nosso sucesso está ligado ao sucesso e ao valor que criamos para os nossos Clientes. Os interesses dos nossos Clientes e da Casa de Investimentos estão alinhados.
Só assim é possível criar uma relação de confiança para o longo prazo e que esta relação seja justa e proveitosa para ambas as partes.
O nosso objetivo é conquistar a confiança dos nossos Clientes e contribuir para que tenham um futuro financeiro mais seguro e tranquilo.
Escolhemos, por isso, atuar como verdadeiros guardiões dos valores e interesses dos nossos Clientes.
Em 2002, iniciámos a atividade de Gestão de Patrimónios em representação de uma instituição financeira com sede em Lisboa.
Conscientes da enorme dificuldade em construir um bom nome a partir do zero, iniciámos a gestão no rescaldo da maior crise financeira desde a grande depressão.
Com o objetivo de contribuir para o esclarecimento dos investidores, traduzimos “O Livro do Investimento em Valor” do Christopher H. Browne, onde a filosofia de Investimento em Valor é explicada de uma forma profunda e simples.
Neste ensaio, são apresentados os vieses comportamentais que impedem o ser humano de tomar as melhores decisões de investimento e agir no seu melhor interesse. É também explicado como poderemos ultrapassar essas limitações e de que forma a filosofia de Investimento em Valor permite criar um modelo de comportamento que nos defende de comportamentos irracionais e nos ajuda tomar melhores decisões de investimento.
Leia o ensaio Finanças Comportamentais
Evento organizado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa
O site SumZero, com mais de oito mil analistas registados, distinguiu Hugo Roque como um dos três melhores analistas do mundo.
Leia o artigo no Wall Street Journal.
Leia a entrevista: "Um analista de Braga na alta roda"
Este artigo apresenta a Casa de Investimentos como a gestora de patrimónios com melhor rentabilidade em Portugal e realça a clareza da comunicação com os Clientes.
Mudámos de instalações para que a Casa tivesse um espaço melhor para receber os seus Clientes e acomodar uma equipa maior e cada vez mais capaz e motivada para fazer melhor.
A Administração tomou a decisão de aumentar o Capital Social da Casa de Investimentos, que passa agora de 500 mil euros para 1 milhão de euros. Desde a fundação, os lucros gerados têm sido mantidos em reservas livres o que permite a sua distribuição aos acionistas a qualquer altura. Nunca o fizemos.
Esta decisão de aumentar o capital social, e as correspondentes reservas legais que tal aumento implica, comprometem estes valores com a atividade da gestora e a sua solidez. É o reforço do balanço e um sinal claro que pretendemos transmitir aos Clientes, aos reguladores, aos colaboradores e público investidor: estamos a construir a CASA para o longo prazo.
Da mesma forma que investimos os valores que nos confiam com margem de segurança, a gestão de uma instituição, cujo trabalho é gerir o dinheiro de terceiros, deve também ser levada a cabo com margem de segurança, garantindo que a dotamos dos meios necessários para prestar um serviço de grande nível internacional.
Enquanto gestores da Casa de Investimentos, queremos que ela seja rentável, capaz de remunerar adequadamente os seus acionistas e colaboradores. Mas isto só deverá acontecer como consequência do bom trabalho que fizermos para os nossos Clientes. A segurança e rentabilização das poupanças que nos confiam será sempre o principal objetivo desta atividade.
Esperamos que esta decisão contribua também para reforçar a confiança que depositam em nós.
Ao longo dos últimos anos, temos tido uma presença assídua na imprensa, quer com entrevistas, quer com artigos de opinião - primeiro no Jornal i e, a partir de 2012, com presença assídua na Vida Económica. Mais recentemente, temos contribuído com artigos de opinião para a Executive Digest, a Revista Forbes e o Jornal Expresso.
O objetivo destes artigos é tornar mais acessível o conhecimento numa área em que tantos têm sido vítimas da ganância das instituições financeiras, da falta de dever de fidúcia e da incapacidade dos reguladores mundiais de evitarem este comportamento abusivo e de transferência de riqueza.
A falta de conhecimento e a propensão do ser humano para deixar as emoções à solta motivam-nos para continuar a fazer o esforço da escrita, onde julgamos poder continuar a adicionar valor e a esclarecer os investidores para que tomem decisões mais esclarecidas e refletidas, para que protejam o seu futuro e o das suas famílias.