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Não somos investidores em tendências macroeconómicas nem estamos especialmente preocupados em prever como se vai comportar a economia A ou B. A prazo as notícias sobre as economias e sobre os mercados financeiros serão boas. Terão ciclos bons e maus e, por isso, o que procuramos é encontrar empresas excecionais, com vantagens competitivas duráveis, balanços sólidos para suportarem bem os períodos menos bons e saírem deles mais fortes e capazes de gerarem lucros acrescidos para os seus acionistas.
Devemos investir nos mercados financeiros como fazemos num imóvel, numa quinta ou num negócio que queremos criar. Olhar a 6 ou 12 meses não é investir. Investir é estarmos focados nos fundamentais das empresas que compõem o nosso portfólio e na sua capacidade de gerar lucros crescentes a prazo.
Estamos conscientes dos riscos macroeconómicos atuais e incorporamos esses riscos nas avaliações individuais dos negócios em que estamos investidos. No entanto, não definimos a nossa estratégia de investimento em função de tendências macroeconómicas, muito menos de curto prazo.
Com uma população envelhecida, a taxa de poupança dos portugueses pode vir a sobrecarregar o sistema das reformas e das pensões, abrindo-se, assim, o debate sobre outros instrumentos que possam contribuir para o rendimento disponível dos portugueses que deixam a vida ativa.
A Casa de Investimentos vai lançar o “Livro do Investimento em Valor”, em parceria com o Jornal Económico. Em entrevista, a CEO Emília Vieira explica esta aposta.
Há quatro anos, Emília Vieira ofereceu um cavaquinho a Warren Buffett. Esta sexta-feira participou na conferência Best Ideas Omaha 2018.
Fiéis à filosofia de Investimento Value preconizada por Warren Buffet, a Casa de Investimentos, sedeada em Braga, lança-se agora na gestão de um fundo mobiliário gerido com a mesma perspetiva.
Portugal é o sexto país do mundo com maior taxa de empreendedorismo feminino, à frente de Espanha, Austrália e Reino Unido
Criar riqueza a partir da poupança não tem receitas mágicas que resultem de um dia para o outro. “Tal como disse Charlie Munger, sócio de Warren Buffett, investir deve ser tão entusiasmante com ver tinta a secar ou relva a crescer”, diz Emília Vieira, CEO da Casa de Investimentos. “Um plano de investimento sensato deve ter um horizonte de décadas e ser traçado com disciplina. Estratégias de curto prazo não produzem resultados consistentes para o futuro”.